Comecemos pela morte, meus amigos lambedores de rabo! Em nossa chegada, por favor, que compareçam os vermes! Principalmente eles, grandes roedores do mundo. Que gritem os burros, as antas e os cavalos! Que pulem os sapos e voem os peixes! Que sambem e rolem as mulheres grávidas e que, por favor, não se esqueçam de fornicar. Forniquem todos ao máximo! Comam muita terra, areia, bebam água do mar! Esfreguem os rabos! Ai, ai, ai… Que deixem as rugas ganharem as bochechas e as testas e as crianças quebrarem os vidros chutando muita bola. Derrubemos todas as bastilhas: que arranquem as barriguilhas! Que sinfonias de peidos e arrotos ganhem os teatros. Como é bom mijar no poste! Mijemos juntos, meus amigos e amigas! Ah… São estas focas mal bebedoras de vinho que não sabem apreciar o quente e fervoroso xerez! Para a frigideira com eles e todos os sacerdotes do poder! A língua está solta para lamber as vacas!
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