Meus amigos e amigas de coração mutante, seguindo nossa caminhada performática, desorientemo-nos no difícil trabalho de ambulante e atemos fogo nesta ignóbil gramática! Que fiquem as praças um disforme rinoceronte, e as terras se dividam em outra matemática. Cairão as correntes das mentes apáticas e dos mares nascerão nossos sonhos delirantes. Vem Maria sapatão, vem o joão sem-braço, vem o príncipe do cangaço, Virgulino meu irmão! Marchem os poetas e os músicos, e dancem os palhaços, é carnaval e a coisa aqui é mulher macho. Não há espaço para lirismo que não seja libertação!
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