Foram sinceras
as lágrimas do amigo
que se despedia
com medo
levava o porto consigo
as águas, os ventos, os mares
ninguém sabia direito
o que aconteceria
No adeus marinheiro
nem mais a morte,
nem mais o corte,
ele simples partia
e partido levava o amigo
que se dividia
metade morava no peito,
outra, na poesia
Te falar, não tenho saco pra ler os contos (a despeito de todos os elogios nos comentários)… mas nesse poema tu arrasou. huauhauha
Muito boas as rimas.