o nosso amor de rua
é aquele que procura
se perder
e se encontrar naquilo
que não dura
a cidade dura
nosso amor perfura
se beber
e se lançar naquilo
que desarruma
teu corpo arruma
tiro o armário
da maquina de escrever
despertar
carro, a rua urra
nosso amor apura
se comer
e se jogar altura
rasura, tuas pernas, tesoura
correr
e se pegar na unha
rascunha
nosso amor sem armadura
prazer pendura
Ahhh o nosso amor!!!!!!! Fiquei pensando que quando nos perdemos é quando nos encontramos.
bj
corra, lola, corra…
Oi, Marcelo. Beleza? Que isso, cara, tá apaixonado?kkkkk Só pode para ter tanta inspiração. Foi mal, mas é impossível não te “gastar” hehehe. Hoje encontramos (eu e Tomás) com a Clarice e lembramos que esquecemos do teu evento com o Itiberê, mas tudo bem, já que você está falando de efemeridade, a nossa esclerose múltipla deve estar perdoada mesmo.
Acredite ou não, postei uma resposta a este teu poema no meu multy. Tá aqui ó – http://arabesc.multiply.com/journal/item/46/Fica
Bem, espero que vc curta. Abração e tudo de bom.
me indicaram o blog dizendo que esse poema era a minha cara.
e não é que acertaram? achei lindo isso aqui.